Após a Anvisaanunciar o recolhimento voluntário e a suspensão de um lote da água mineralnatural sem gás da marca Crystal nesta quarta-feira (3), oconsumidor deve acionar o atendimento ao cliente para substituição ou reembolso.
➡️A medida foi tomada pelo órgãoapós a identificação da bactériaPseudomonas aeruginosaem amostras do produto.
A orientação daAnvisaé que se cheque se os produtos adquiridos pertencem ao loteP 200126e interrompa o uso em caso de confirmação do lote.(veja mais detalhes abaixo)
Os contatos com a empresa devem ser feitos pelo telefone 0800 061 5000 ou pelo e-mail contato@brasal.com.br.
O recolhimento envolve o loteP 200126, fabricado pela Mineração Bom Jesus Ltda., em Luziânia (GO). A empresa é parte do Sistema Coca-Cola, detentora da marca Crystal, comercializada a partir da exploração de diversas fontes minerais espalhadas pelo país.
Como identificar o lote?
⚠️ A marcação do lote e da validade é feita no corpo da garrafa (veja na imagem acima).
Total de garrafas e cidades que receberam
Segundo informações encaminhadas pela empresa à Anvisa, o lote tem374,4 mil garrafasde 500 ml. Elas foram comercializadas para:
Recolhimento da água mineral Crystal: o que você precisa saber sobre lotes afetados, reembolso e devolução
Medida atinge lote específico da embalagem de 500 ml após laudo apontar presença de Pseudomonas aeruginosa; comercialização e distribuição estão suspensas.
Como o consumidor deve agir?
Segundo a Anvisa, a empresa informou que iniciou imediatamente o recolhimento junto às distribuidoras e estima que cerca de 99,2% das unidades do lote já não estejam mais disponíveis para venda ao consumidor.
Origem do recolhimento: laudo do Lacen-DF
A investigação começou após uma coleta de rotina realizada pela Diretoria de Vigilância Sanitária do Distrito Federal (Divisa-DF). A análise laboratorial conduzida pelo Laboratório Central de Saúde Pública do Distrito Federal (Lacen-DF) detectou a presença da bactériaPseudomonas aeruginosaem uma amostra do produto.
O resultado foi posteriormente confirmado por meio da contraprova prevista nos procedimentos do Sistema Nacional de Vigilância Sanitária (SNVS), dando origem ao Laudo de Análise Fiscal Definitivo nº 76.CP.0/2026.
Com a confirmação, a vigilância sanitária local determinou a interdição do lote e comunicou o caso à Anvisa. Segundo a agência, o produto está em desacordo com a legislação sanitária vigente, incluindo normas que estabelecem os padrões microbiológicos para alimentos e águas envasadas. A empresa afirma que a medida é um "recolhimento preventivo e voluntário".
Em nota divulgada pela Anvisa, a Mineração Bom Jesus informou que realizou uma investigação interna para apurar as possíveis causas da ocorrência e apresentou documentação à agência reguladora.
A empresa também participou de reuniões com representantes da Anvisa e tem colaborado com as autoridades sanitárias durante a apuração do caso.
"Desde a notificação, foram realizadas análises em mais de 300 amostras no processo e nos produtos, todas com resultados negativos para quaisquer microrganismos indicadores de contaminação. Considerando o alto giro do produto nos pontos de venda, não há indicação de que esse lote ainda esteja disponível no mercado", informou a empresa em nota aog1.
Segundo a Anvisa, a empresa informou que iniciou imediatamente o recolhimento junto às distribuidoras e estima que cerca de 99,2% das unidades do lote já não estejam mais disponíveis para venda ao consumidor.
Origem do recolhimento: laudo do Lacen-DF
A investigação começou após uma coleta de rotina realizada pela Diretoria de Vigilância Sanitária do Distrito Federal (Divisa-DF). A análise laboratorial conduzida pelo Laboratório Central de Saúde Pública do Distrito Federal (Lacen-DF) detectou a presença da bactériaPseudomonas aeruginosaem uma amostra do produto.
O resultado foi posteriormente confirmado por meio da contraprova prevista nos procedimentos do Sistema Nacional de Vigilância Sanitária (SNVS), dando origem ao Laudo de Análise Fiscal Definitivo nº 76.CP.0/2026.
Com a confirmação, a vigilância sanitária local determinou a interdição do lote e comunicou o caso à Anvisa. Segundo a agência, o produto está em desacordo com a legislação sanitária vigente, incluindo normas que estabelecem os padrões microbiológicos para alimentos e águas envasadas. A empresa afirma que a medida é um "recolhimento preventivo e voluntário".
Em nota divulgada pela Anvisa, a Mineração Bom Jesus informou que realizou uma investigação interna para apurar as possíveis causas da ocorrência e apresentou documentação à agência reguladora.
A empresa também participou de reuniões com representantes da Anvisa e tem colaborado com as autoridades sanitárias durante a apuração do caso.
"Desde a notificação, foram realizadas análises em mais de 300 amostras no processo e nos produtos, todas com resultados negativos para quaisquer microrganismos indicadores de contaminação. Considerando o alto giro do produto nos pontos de venda, não há indicação de que esse lote ainda esteja disponível no mercado", informou a empresa em nota aog1.