Servente de pedreiro é suspeito de matar dois colegas de trabalho que estavam desaparecidos, em Caldas Novas

Servente de pedreiro é suspeito de matar dois colegas de trabalho que estavam desaparecidos, em Caldas Novas
Suspeito pelas mortes responde por morte da ex-mulher. Segundo a polícia, a motivação para os crimes teria sido por desavenças no trabalho.
Um homem suspeito de matar dois colegas de trabalho que estavam desaparecidos emCaldas Novas, no sul do estado, foi preso pela Polícia Civil (PC). Segundo a investigação, Raimundo Tote de Morais e Amarildo Rodrigues Moreira foram mortos depois de um desentendimento no trabalho, onde as vítimas estariam delatando comportamentos errados do suspeito para o patrão.

De acordo com a polícia, o principal suspeito pelos crimes é Alessandro Belo Rosa, de 47 anos, e um adolescente de 16 anos também estaria envolvido. Og1não conseguiu localizar a defesa de Alessandro até a última atualização desta matéria.

"Em relação ao homicídio do Amarildo, seria uma suspeita do Alessandro de que o Amarildo o estivesse delatando para o patrão, contando que ele estaria faltando ao serviço, bebendo em serviço", disse o delegado Alex Miller.

"Em relação à morte do Raimundo, o Alessandro alegou a mesma motivação; porém, a gente colheu do adolescente as informações de que eles foram para roubar o Raimundo. Então, eles teriam roubado uma quantia em dinheiro dele, provavelmente 450 reais, teriam roubado o telefone dele, então seria um latrocínio", completou o delegado.

A investigação apontou que Raimundo Tote desapareceu no dia 10 de janeiro e seu corpo foi encontrado no dia 29, enterrado em uma região de mata de Caldas Novas. Já Amarildo desapareceu no dia 22 de janeiro e foi encontrado, no dia 28, enterrado no quintal da casa de Alessandro.

Segundo a investigação, Alessandro foi preso na terça-feira (27), quando a polícia cumpriu mandado de execução de pena de homicídio que ele teria cometido contra sua ex-mulher, em 2014, e por ter descumprido a monitoração eletrônica em dezembro de 2025.

No momento da prisão, a polícia encontrou, em um aparelho celular apreendido, imagens de Alessandro e do adolescente com as mãos sujas de sangue logo após o desaparecimento de Amarildo.

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