A fisioterapeuta Larissa da Mata Silva, de 30 anos, quemorreu em Mozarlândia, na região norte de Goiás, ficou com hematomas no corpo após apresentar piora no quadro clínico durante atendimento no hospital municipal da cidade, onde relatou aos médicos que estava com umador intensa na pernadireita, conforme investigado pela Polícia Civil.
Segundo o delegado responsável pelo caso, Willian Caio da Silva, a suspeita é de que a causa da morte tenha sido umtromboembolismo pulmonar.A Polícia Civil aguarda o resultado do laudo cadavérico por parte da Polícia Técnico-Científica para confirmar que o caso se trata de umamorte natural.
Larissa, que morava emGoiânia, morreu no dia 2 de agosto. Segundo a investigação, a fisioterapeuta deu entrada no hospital por volta de 0h50. Inicialmente, a equipe médica suspeitou de trombose venosa. No entanto, o estado de saúde dela se agravou rapidamente, e a jovem precisou ser entubada. Durante a piora do quadro, surgiram hematomas pelo corpo dela.
"Além disso, ela estava com um ralado no joelho, que ela relatou ter sido decorrente de uma queda de moto", afirmou o delegado.
Além de fisioterapeuta,Larissa também era professora universitária. A morte dela causoucomoçãonas redes sociais. A jovem foi descrita por amigos como uma pessoa"destemida, corajosa, amorosa, autêntica e livre".
Em nota, o Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional da 19ª Região (Crefito-19) manifestou pesar pela morte de Larissa.
"Sua trajetória e inovação na área contribuíram de forma significativa para a formação de novos profissionais, para a saúde e bem estar da população, e para a valorização da nossa categoria em Goiás", afirmou o Conselho.
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Morte de fisioterapeuta aos 30 anos: jovem ficou com hematomas no corpo após piora no quadro clínico, diz polícia
Larissa da Mata Silva morreu em Mozarlândia. Polícia Civil aguarda o resultado do laudo cadavérico para confirmar que o caso se trata de uma morte natural.