Morte de empresária: homem é condenado a 20 anos de prisão por cometer crime e esconder corpo em carro em Aparecida de Goiânia

Morte de empresária: homem é condenado a 20 anos de prisão por cometer crime e esconder corpo em carro em Aparecida de Goiânia
Davi Pereira da Silva asfixiou e esfaqueou Maria da Conceição dos Santos Mendonça no pescoço. Os dois tinham uma relação de confiança e se conheciam havia vários anos.
O homem quematou uma empresária de 74 anos, em janeiro de 2025, foi condenado a 20 anos de prisão. Davi Pereira da Silva asfixiou e esfaqueou Maria da Conceição dos Santos Mendonça, deixando o seu corpo escondido dentro do próprio carro dela, emAparecida de Goiânia, na Região Metropolitana deGoiânia.

Og1procurou a Defensoria Pública, que representou Davi, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem.

O crime aconteceu no dia 6 de janeiro. De acordo com um relatório do processo judicial do caso, do juiz Leonardo Fleury Curado Dias, o Ministério Público relatou que Davi prestava alguns serviços para Maria em sua loja de para-brisas, em Aparecida. Os dois tinham uma relação de confiança e se conheciam havia vários anos.

Segundo a denúncia do MP, Davi solicitou à Maria que pudesse negociar alguns produtos do comércio, o que foi aceito por ela. No entanto, quando eles se encontraram na loja, ele deu início ao crime.

"O denunciado, agindo com manifestoanimus necandi, mediante asfixia e à traição, matou a vítima, aplicando-lhe um golpe de 'mata-leão'. Após, desferiu golpes de faca no pescoço dela, que foram a causa eficiente de sua morte, conforme o laudo de exame cadavérico", disse o MP.

De acordo com a denúncia, as facadas foram dadas quando Maria recobrou a consciência, já dentro do veículo, em movimento. Após matá-la, Davi abandonou o carro para um local ermo, no Jardim Imperial.

De acordo com a sentença, proferida também pelo juiz Leonardo, os jurados reconheceram que o crime foi praticado por meio cruel e com recurso que impossibilitou a defesa da vítima.

"Agiu premeditadamente e com dolo intenso, considerando que, ardilosamente, contatou com a vitima objetivando a execução do crime, o qual foi praticado com extrema violência e frieza, demonstrando total desprezo a uma vida humana", disse o magistrado.

Davi estava preso preventivamente desde o dia 8 de janeiro, aguardando julgamento. De acordo com a TV Anhanguera, a sessão do tribunal do júri, que ocorreu na quinta-feira (6), durou três horas. Ele foi condenado por homicídio qualificado.

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