Funcionário de hotel de luxo nos EUA é suspeito de roubar 192 caudas de lagosta avaliadas em mais de R$ 35 mil

Funcionário de hotel de luxo nos EUA é suspeito de roubar 192 caudas de lagosta avaliadas em mais de R$ 35 mil
Polícia afirma que imagens de câmeras de segurança registraram movimentações suspeitas na cozinha; prejuízo total com os alimentos desaparecidos foi estimado em cerca de R$ 42 mil.
Um funcionário de um hotel de luxo na Flórida, nosEstados Unidos, foi preso suspeito de furtar cerca deUS$ 7,8 mil (aproximadamente R$ 42 mil)em alimentos da cozinha do estabelecimento. Entre os produtos desaparecidos estavam192 caudas de lagosta, avaliadas emUS$ 6.525 (cerca de R$ 35 mil), além de camarões, linguiças e carne de porco.

Segundo a emissora NBC Miami,Diego Alfredo Medina-Acosta, de 37 anos, foi preso na segunda-feira (5), acusado de furto qualificado em primeiro grau.

O caso foi descoberto depois que o diretor de segurança e o chef principal doBiltmore Hotel, em Coral Gables, a cerca de 11 km do centro de Miami, perceberam que grandes quantidades de alimentos estavam desaparecendo da cozinha.

O Biltmore Hotel oferece suítes de luxo comdiárias a partir de US$ 383 (cerca de R$ 1.921), que podem ultrapassar US$ 4.500 (R$ 22.580), dependendo da acomodação.O estabelecimento também conta com quadras de tênis, campos de golfe, spas e outras comodidades.

Segundo a polícia local, a lista de alimentos que teriam sido furtados inclui produtos usados na preparação dos pratos servidos pelo hotel. Além das 192 caudas de lagosta, avaliadas em US$ 6.525, foram identificados:

Câmeras teriam flagrado funcionário retirando lagostas

Imagens das câmeras de segurança do hotel teriam registrado Medina-Acosta chegando ao local antes do início do expediente e entrando em áreas da cozinha onde os alimentos desaparecidos eram armazenados.

Segundo o boletim de ocorrência, ele também teria sido visto entrando e saindo da cozinha por portas diferentes daquela reservada aos funcionários.

Uma das gravações mostraria o homem retirando um recipiente com lagostas e devolvendo-o sem os frutos do mar, de acordo com o relato policial divulgado pela emissora.

Ao ser questionado pelos investigadores, Medina-Acosta afirmou que chegava mais cedo para adiantar o trabalho. No entanto, os funcionários não tinham autorização para registrar o ponto antes do horário previsto.

Ele também disse que saiu do prédio depois de dez minutos para entregar roupas sujas e alegou que havia retirado as lagostas para deixá-las descongelando.

Após o episódio, o funcionário pediu demissão, segundo informações da polícia divulgadas pela NBC Miami.